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Anatel deve realizar leilão de 2,5 GHz em 2012, diz Paulo Bernardo

BRASÍLIA – O leilão de radiofrequência de 2,5 gigahertzs (GHz) deverá ser realizado provavelmente no início de 2012 pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A previsão foi feita pelo ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, nesta terça-feira, ao participar do encontro “Telesintese: Poder de Mercado e Competição e Investimentos”. Ele falou da importância deste leilão e da licitação da faixa de 3,5 GHz que já está em fase mais adiantada para o uso da banda larga (internet de alta velocidade) no país.

Paulo Bernardo afirmou ainda que outros marcos regulatórios que serão votados nos próximos meses pela agência também são importantes, a exemplo do compartilhamento de infraestrutura. E disse que algumas decisões tomadas como o regulamento de TV a cabo, que permitem o uso da rede para a banda larga, “vai dar um impulso aos investimentos”.

– Foi votado também o PGMU (Plano Geral de Metas de Universalização) para este próximo

quinquênio e nós estamos tratando de como fechar com a questão da internet – concluiu.

Xperia Play estreia nos EUA por US$ 200

O smartphone Sony Ericsson Xperia Play chega aos Estados Unidos no dia 26 de maio por a partir de US$ 200.O aparelho, que é um fusão entre telefone celular e console portátil, será comercializado nos Estados Unidos pela operadora Verizon, com preços a partir de US$ 200 (com contrato de dois anos) e com planos de voz e dados atrelados.

O Xperia Play, que já estava disponível em 11 países desde abril, virá com mais sete jogos gratuitos nos Estados Unidos (como Madden NFL 11; Bruce Lee Dragon Warrior; Asphalt 6: Adrenaline), além dos 50 títulos já desenvolvidos para o aparelho.

No Brasil, o Xperia Play já foi homologado pela Anatel e, segundo a Sony Ericsson, deverá chegar ao mercado no segundo semestre deste ano. Porém, datas e preços não foram definidos.

O aparelho possui tela touchscreen de 4 polegadas (480×854 pixels), 400MB de RAM, 8GB de capacidade (expansível até 32GB via microSD card), processador Snapdragon 1GHz, 175 gramas de peso e virá com sistema Android 2.3 (Gingerbread).

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/xperia-play-estreia-nos-eua-por-us-200-18052011-27.shl

Máquinas têm sentimento?

Pesquisadores estudam formas de atribuir aos computadores habilidades de reconhecer e responder às emoções humanas até quando olhamos no espelho. Bem-vindo à computação afetiva.Você acorda e, ainda sonolento, olha-se no espelho enquanto escova os dentes. Na parte inferior, um grande número mostra seus batimentos cardíacos naquele momento. Eles são medidos sem nenhum contato com seu corpo. Uma webcam capta pequenas variações de brilho que seu fluxo sanguíneo produz nas veias da face e as envia para um computador. Um software separa as imagens em três cores — vermelho, verde e azul. São as mudanças nesses tons e nos movimentos gerados pela contração e pelo relaxamento das veias da face que revelam ao PC o número de batimentos cardíacos. O projeto, criado no grupo de computação afetiva do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, deverá ser usado inicialmente em hospitais.

O foco é atender pacientes que sofreram queimaduras e os bebês, já que é mais complicado medir seus batimentos. No futuro, o Cardiocam, como o projeto é chamado, poderá chegar a qualquer pessoa, especialmente as que precisam de cuidados especiais. A intenção dos pesquisadores é ainda ampliar o uso do experimento, para mostrar também dados como frequência respiratória, nível de oxigênio no sangue e pressão arterial.

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Ciência

Máquinas têm sentimento?

Por Renata Leal, da INFO
• Quarta-feira, 18 de maio de 2011 – 09h42

Thomas Susemihl

O grupo de computação afetiva do MIT, dirigido pela professora Rosalind Picard, estuda formas de atribuir habilidades emocionais ao computador, para que a máquina tenha capacidade de responder de forma inteligente às emoções humanas. Nos mais de dez anos em que está ligada ao grupo, Rosalind viu a computação emocional se expandir por áreas como medicina, marketing, educação e relacionamento com o consumidor. Rosalind afirmou a INFO que o que mais mudou nesse período de estudo foi a atitude das pessoas. “Antes elas olhavam com estranheza quando se falava em emoções ou viam as pesquisas como perda de tempo. Hoje, querem saber tudo sobre emoções”, diz Rosalind. O súbito interesse está ligado ao uso que informações desse tipo podem ter. Saber, por exemplo, se seu chefe ou cliente está num dia ruim pode ser muito útil para evitar situações embaraçosas.

Os avanços na relação homem-máquina são notáveis. Outro projeto do grupo do MIT também usa uma webcam para obter dados. Uma experiência feita com pessoas de todo o mundo analisou se elas sorriem ao assistir a três anúncios publicitários. Um software é capaz de aferir se o espectador gostou ou não da propaganda ao identificar pontos-chave na expressão facial.

Uma ferramenta sem dúvida eficaz para avaliar a receptividade das campanha publicitárias. No experimento, um dos comerciais mostra um garotinho vestido de Darth Vader tentando controlar objetos em sua casa. Exibida no intervalo do Super Bowl, a final do campeonato de futebol americano, a propaganda teve um índice positivo de 79% no teste (63% esboçaram um sorriso e 16% riram com vontade). O anúncio, de um carro da Volkswagen, virou hit no YouTube.

No Brasil, um dos usos da computação afetiva está no trabalho da pesquisadora Patricia Jaques Maillard, professora do Programa Interdisciplinar de Pós-Graduação em Computação Aplicada da Unisinos, no Rio Grande do Sul. A equipe de seis alunos de graduação e mestrado comandada por Patricia trabalha no projeto PAT2MATH (Personal Affective Tutor to Math ou tutor afetivo pessoal para matemática), que usa um sistema tutor inteligente para ensinar matemática a alunos de sexta e sétima séries.

O programa identifica habilidades para inferir o que o aluno aprendeu ou não de um determinado conteúdo, como somar incógnitas em uma equação complexa. Diante da resposta dos estudantes, o sistema oferece exercícios mais simples ou mais complexos. Assim, o aluno que erra algumas vezes um exercício difícil recebe um fácil para não perder a motivação e o estímulo.

Por enquanto foram feitas avaliações em escolas públicas e privadas em Esteio, Canoas, São Leopoldo e Porto Alegre, no sul do país, com cerca de 50 alunos. O grupo de pesquisa está analisando os resultados preliminares, até agora positivos. “Há uma escola privada de Porto Alegre interessada em usar o software como ferramenta de apoio nas aulas em laboratório. Isso vai permitir uma avaliação de longo prazo”, diz Patricia. O sistema deve ser adotado pela instituição ainda neste ano.

Desde que a Microsoft lançou o Kinect, jogar sem precisar de controles se tornou sonho de consumo. Tanto que a empresa já vendeu mais de 10 milhões de unidades do acessório para Xbox. Mas alguém por aí já pensou em vestir um computador ou um videogame para jogar? A pesquisadora Rachel Zuanon, professora de mestrado em design na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo, criou um computador que pode, sim, ser vestido. Ele permite usar sinais cerebrais para jogar e reage às emoções do usuário, tornando os desafios fáceis ou difíceis. O computador para vestir surgiu em 2008, como uma instalação artística numa mostra no Instituto Itaú Cultural, em São Paulo, e ganhou o nome de Bio Body Game. No ano passado, recebeu uma atualização e agora atende por Neuro Body Game.

Quando a pessoa joga, luzes acendem e mudam de cor no computador, que tem a forma de um colete. No nível fácil as luzes são azuis. À medida que o ritmo se intensifica, mudam para verde, amarelo ou vermelho. Nos dois últimos níveis, quando o estresse é alto, o computador vibra nas costas do jogador. “Depois da conceituação teórica e da produção de peças em pequena quantidade, agora buscamos escala para transformar a ideia em um produto”, diz Rachel, que espera levar o Neuro Body Game aos consumidores.

Assim como o computador de vestir, outros experimentos de computação afetiva podem se tornar viáveis comercialmente. É o caso do Q Sensor, da empresa americana Affectiva, comandada pela professora Rosalind Picard, do MIT. Trata-se de uma pulseira com um sensor sem fio que usa a condutividade da pele para medir a excitação emocional da pessoa. Essa capacidade de conduzir impulsos elétricos aumenta na pele quando estamos excitados, atentos ou ansiosos e diminui quando estamos relaxados. A pulseira tem um sensor tridimensional que indica como e quando uma pessoa está se movendo, além de um botão para marcar momentos importantes, que podem ser destacados na análise posterior dos dados. A Q Sensor está sendo testada com consumidores durante as compras, para saber o que atrai mais atenção, e com trabalhadores em situações com picos de estresse.

A americana General Electric trabalha em um projeto-piloto no hospital Bassett Medical Center, no estado de Nova York, que prevê a criação de um quarto inteligente que pode diminuir os riscos para os pacientes e aumentar a quantidade de informações sobre o tratamento médico. Três câmeras espalhadas em um quarto da unidade de terapia semi-intensiva monitoram o paciente e todos os que interagem com ele. Por enquanto, as imagens vão para um software que faz alertas e dá avisos. Se um médico ou uma enfermeira se esquece de lavar as mãos antes ou depois de tratar o paciente, o sistema emite um aviso sonoro. As câmeras inteligentes também monitoram a posição do doente na cama e alertam a enfermagem sobre a iminência de uma queda. No futuro, o software poderá reconhecer expressões de dor ou delírios, o que permitirá uma ação mais rápida da equipe.

A ideia de reconhecer e responder às emoções humanas está chegando também aos carros. O novo Mercedes-Benz CL reconhece quando o motorista está cansado ou com os reflexos alterados. Veja como ele funciona e as impressões do repórter da INFO, que o guiou nas estradas alemãs. Com as aplicações da computação afetiva aumentando, o desafio é fazer com que as máquinas entendam o contexto das emoções. Os computadores não sabem o que é ser rude ou educado, então agora o cuidado é respeitar limites para lidar com as emoções humanas.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/maquinas-tem-sentimento-18052011-7.shl?5

Planeta a 20 anos-luz pode ser habitável

Velho conhecido dos astrônomos, o exoplaneta Gliese 581d acaba de se tornar um dos mais fortes candidatos a primeiro local habitável já achado no Universo, além da Terra. Um exoplaneta é todo planeta que orbita uma estrela que não o nosso Sol.

No caso, o corpo pertence ao sistema planetário ao redor da estrela Gliese 581, uma das mais próximas ao sol, a apenas 20 anos-luz. O local é objeto de estudos há algum tempo e, inclusive, já teve outros candidatos a local habitável.

Em 2007, foram achados dois planetas bem próximos da chamada “zona habitável”, que mantém temperaturas nas quais a vida como a conhecemos poderia sobreviver. Ambos foram descartados como candidatos a habitáveis; havia, no entanto, um terceiro planeta, o Gliese 581d, inicialmente considerado frio demais para a vida.

Este planeta provavelmente rochoso, com massa de sete vezes a da Terra e cerca de duas vezes o seu tamanho, é, à primeira vista, um péssimo candidato. Localizado em uma área um pouco distante demais da estrela, ele seria muito frio. Além disso, sua superfície está “presa” em dia e noite permanentes,uma vez que ele não possui o movimento de rotação e uma de suas faces está sempre voltada para a estrela.

No entanto, um novo trabalho realizado pelos cientistas do Laboratoire de Métrologie Dynamique do Instituto Pierre Simon Laplace, de Paris, e publicado na The Astrophysical Journal Letters mostra que o Gliese 581dpode ser sim habitável.

Os pesquisadores criaram um novo modelo de computador para simular o clima do exoplaneta, recriando sua atmosfera e superfície em 3D. A descoberta foi a de que sua densa atmosfera de CO2 consegue manter a temperatura estável e quente o bastante para ter oceanos, nuvens e chuva (o que não significa que o planeta os tenha, apenas que existem condições climáticas favoráveis para isto). Além disso, eles descobriram que a atmosfera consegue distribuir o calor do lado “dia” por todo o planeta.

As informações são de grande importância, porém ainda não confirmam que o planeta seja habitável. Os avanços com telescópios, no entanto, podem permitir observações mais precisar e ajudar a descobrir se este planeta, afinal, pode ou não ser um dia ocupado por humanos – mas isso seria um outro desafio. Afinal, mesmo a apenas 20 anos-luz da Terra, ele ainda está longe demais para que se envie uma sonda. Uma nave como a Voyager 1, por exemplo, levaria mais de 300 mil anos para chegar até ele.

fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/planeta-a-20-anos-luz-pode-ser-habitavel-17052011-39.shl

Microsoft e Toyota anunciam acordo de colaboração

A Microsoft e a fabricante de automóveis Toyota anunciaram, nesta quarta-feira (6/4), um acordo de colaboração para o desenvolvimento de tecnologias de telecomunicações e dados para veículos automotivos, recursos multimídia e, principalmente, uma de eficiência energética para automóveis híbridos e elétricos com a meta de criar um padrão global.

O investimento conjunto, de cerca de 12 milhões de dólares, beneficiará um projeto de uso de tecnologia smart grid para que a eletricidade, proveniente de recursos renováveis, sejam usados de forma mais eficiente. O trabalho incluirá o desenvolvimento de um software que possa monitorar níveis de bateria e acompanhar a quantia de eletricidade gerada a partir de energia renovável.

Na mira da parceria está também o uso da plataforma de computação em nuvem Microsoft Azure para oferecer aos clientes da Toyota, até 2015, acesso a serviços digitais relacionados ao automóvel. Um dos serviços seria uma oferta de monitoramento integrado do uso de eletricidade do indivíduo, tanto no carro quanto em casa.

O acordo representa a segunda grande parceria da Toyota com uma empresa automotiva. A primeira foi a Ford.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/04/06/microsoft-e-toyota-anunciam-acordo-de-colaboracao/

Irã diz que construiu disco-voador

Irã diz que construiu disco-voador
O Irã teria apresentado ao mundo o primeiro disco-voador não tripulado construído inteiramente no país – mas a notícia surgiu de formas tão divergentes que provocou desconfiança e se tornou motivo de piada.A nave, chamada Zohal (Saturno), teria sido criada em parceira com a Farnas Aerospace Company e a Iranian Aviation and Space Industries Association (IASIA).A notícia foi divulgada pela agência iraniana Farns na semana passada e afirma que a nave “poderia ser usado para várias missões – especialmente fazer imagens aéreas”. Além do sistema de piloto automático e GPS, ela teria dois sistemas de imagens full HD com qualidade de 10 mega-pixels capaz de tirar fotos e enviá-las simultaneamente. Além disso, a nave poderia voar tanto em locais fechados como abertos.

A informação de que o Irã havia criado um disco-voador correu o mundo e provocou desconfiança. O fato de se tratar de um “disco voador não tripulado” não foi o que causou o maior espanto. Vale lembrar que, em meados de 2010, o Reio Unido apresentou um protótipo não tripulado que em muito lembra a forma de disco.

Mas o anúncio do Irã teve alguns problemas. Primeiramente, não foram divulgados detalhes da nave (tamanho, peso, combustível…) e, em segundo lugar, a única imagem que acompanha a nota nem sequer é crível. Vários veículos alegam que a imagem divulgada pela Fars lembra uma nave de filmes B hollywoodianos dos anos 50 – o que não seria exatamente um comentário maldoso (basta observar a foto acima e tirar as suas próprias conclusões).

O Jornal The Daily Mail aponta também que a Fars é uma agência controlada pelo governo do país – questionando a veracidade de suas informações.

Outro detalhe que contribuiu para a desconfiança foi o fato de outra agência de notícias iraniana chamada Students’ News Agency (ISNA – Agência de Notícias Iraniana dos Estudantes) ter mostrado uma segunda imagem como sendo o Zohal. Segundo eles, a nave seria um “quadrocóptero” (veja foto divulgada abaixo).


Essa informação também foi contestada pelo site especializado SUAS, que escreve somente sobre veículos aéreos não tripulados de pequeno porte. O site alega que a foto é de um produto canadense chamado DraganFlyer X6 e eles “duvidam que a empresa canadense tenha vendido o veículo ao Irã”.

Por enquanto, parece que só nos resta aguardar novas informações sobre o novo projeto do Irã. De qualquer forma, se o quadrocóptero mostrado pela ISNA for mesmo o anunciado Zohal, seria de bom tom que o Irã revisse seus conceitos de “disco”, não?

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/ira-diz-que-construiu-disco-voador-21032011-22.shl

Anatel aprova celular de fim médico desenvolvido no país

A Anatel homologou o primeiro celular desenvolvido com tecnologia nacional para finalidades médicas.

Produzido pela CellDesign, ele funciona como qualquer aparelho (faz chamadas e envia mensagens). Mas seu objetivo é unir essas funcionalidades para o monitoramento de pacientes e pessoas idosas à distância.

Estima-se que 75% dos acidentes com idosos aconteçam dentro de casa. A maioria das quedas -que representam 30% dos acidentes- acaba levando à morte pessoas acima de 75 anos.

Por isso, a CellDesign criou o BP. O aparelho possui um botão de SOS que, uma vez acionado, dispara torpedos com “pedidos de socorro” para cinco números cadastrados na memória.

Caso nenhuma delas receba a mensagem, o telefone efetua ligações para os números automaticamente até que um deles atenda.

Editoria de Arte / Folhapress/Editoria de Arte / Folhapress

DISPUTA JURÍDICA

Emborrachado, ele resiste a quedas de até 1,80 m e possui sensores que captam o movimento de queda. Neste caso, torpedos são enviados e poderiam até conter a localização da pessoa. Mas ainda existe uma discussão jurídica se esse tipo de serviço será autorizado no país.

Um aplicativo pré-instalado permite cadastrar nomes de remédios a serem ministrados, dosagens e horários. O celular avisa tocando um alarme no horário agendado, mesmo se estiver desligado. Detalhe: o toque é compatível com aparelhos auditivos (que operam com frequências de até 25 decibéis).

Segundo o engenheiro Armando Kilson Junior, que desenvolveu o BP, as operadoras já estão interessadas, mas o aparelho será vendido pela internet a R$ 685.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/892185-anatel-aprova-celular-de-fim-medico-desenvolvido-no-pais.shtml

Cientistas pesquisam sistemas eternos de armazenamento

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A produtora pública de cinema do Canadá, National Film Board (NFB), possui uma linha de gestão no que diz respeito ao armazenamento de dados que implica na migração de tudo o que é armazenado a cada cinco anos. “Os dados devem ser armazenados para sempre, por isso há esse processo”, diz a líder de pesquisa e desenvolvimento da NFB Julie Dutrisac.

Hoje, a organização precisa preservar cerca de 13 mil filmes canadenses em um acervo digital, que são colocados à disposição de quem acessa o site oficial. “E quando se está dentro do domínio digital, dedica-se à migração de dados o tempo todo”, explica Julie.

Migrar, nesse caso, significa transportar o material para hardware de armazenamento mais recente. Hoje, não se espera que os hardware durem muito mais do que cinco anos e, mesmo que durem, eles fatalmente cairão na obsolescência.

O analista da Gartner, John Monroe, esclarece que a prática é comum no mercado, pois a maioria dos produtos de armazenamento possui cinco anos de garantia e as infraestruturas se transformam completamente em prazos máximos de  dez anos. “E essas migrações precisam ser feitas sem que nenhum bit dos dados já armazenados seja alterado. É uma questão que aterroriza as pessoas e tira o sono de executivos de tecnologia”, afirma.

Com o objetivo de melhorar os processos – e devolver o sono para os profissionais de TI – pesquisadores estão trabalhando para desenvolver uma tecnologia na qual se possa confiar por décadas, eliminando a necessidade de migração.

Cientistas na IBM, por exemplo, estão trabalhando em uma tecnologia batizada de racetrack memory, que consiste em uma série de segmentos microcóspicos de nanofios em forma de U feitos em ferro magnético. Cada nanofio armazena cerca de cem bits, codificados em pontos magnéticos não-voláteis.

De acordo com um dos pesquisadores da IBM envolvidos com o projeto, Stuart Parkin, o tempo de resposta da tecnologia poderia ser mais de dez vezes maior que os atuais sistemas, com custo parecido. Além disso, as unidades com a tecnologia seriam bem mais compactas, uma vez que não necessitam de mecanismos que os drives atuais precisam, como motores.“Os dados são transferidos sem nenhuma movimentação de átomos. Não há ação mecânica, somente mudanças na direção do campo magnético”, detalha Parkin.

A longevidade dos dados dependeria do projeto final, mas poderia se estender por décadas. Sem especificar se trata-se do mesmo projeto, a própria IBM declara planos de desenvolver tecnologia para armazenar dados para os 50 anos. Mas o vice-presidente de plataformas de armazenamento da IBM, Doug Balog, alerta que é algo que estará disponível no curto prazo.

Enquanto isso, armazenar dados em fitas continua sendo o método mais barato e eficiente, sendo que pesquisas atuais indicam que um cartucho de fita pode ter capacidade aumentada de dez terabytes para um máximo de 35 terabytes.

Resistores de memória
Cientistas da HP trabalham em uma tecnologia chamada de “memristor”, ou resistor de memória. A expectativa é de que o dispositivo tenha vida útil de 20 a 30 anos. “Os testes em laboratório são extremamente promissores, mas não há como ter certeza sobre os números até ter algumas décadas de experiência com a tecnologia”, diz o diretor de plataformas de storage e gestão da informação da HP, Alistair Veitch.

Em agosto do ano passado, a companhia chegou a anunciar um acordo de desenvolvimento conjunto com uma empresa da Coreia do Sul, para que o memristor fosse levado ao mercado em forma de memória de acesso randômico. A HP disse que esse tipo de dispositivo pode ser construído com processo de manufatura já existentes e que pode vir a competir com memória flash em termos de preço, mas com densidade de velocidade maior. Os primeiros produtos, segundo Veitch, devem começar a chegar ao mercado em 2013.

Software
A habilidade em manter dados por décadas, no entanto, será inútil se os softwares necessários para lê-los de repente ficarem indisponíveis. Os especialistas chamam de “preservação lógica” a prática de manter os dados sempre acessíveis.

Segundo Balog, essa parte é a mais difícil, pois as tentativas de se manter formas de manter dados acessíveis podem ser derrotadas por formatos proprietários. “Não haverá solução para esse caso”, alerta Balog.

Softwares de arquivamento, no entanto, são amplamente disponíveis, automatizando tarefas e políticas de migração de dados. Segundo Dutrisac, o programa de digitalização da companhia foi desenvolvido em torno de uma dessas soluções. “Antes, usávamos uma série de soluções de backup, mas não havia formas de catalogar os arquivos, inserir metadados e usar mecanismos de busca.”

A NFB resolveu essa questão, mas continua com o sonho distante de nunca ter de fazer migrações. A resposta deve aparecer em alguns anos, ou décadas.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/03/21/cientistas-pesquisam-sistemas-eternos-de-armazenamento/